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A necessidade faz o sapo pular e as ideias inovadoras voarem.



Com certeza você já ouviu a máxima desse anfíbio comedor de moscas por aí, em algum lugar, certo? Pois bem. O que ninguém poderia imaginar é que, em 2020, ela se tornaria a mais verdadeira das verdades. E virou.


O novo coronavírus surgiu, se espalhou e se transformou em pandemia. Assim, sem aviso prévio, sem dar tempo para planejamentos e estratégias, sem permitir resposta fácil para a mais intrigante das perguntas: e agora?


"E agora?" as escolas, "e agora?" os alunos, "e agora?" a educação em um mundo tão mal-educado?


Agora não nos resta outra saída ou outra opção.

A vacina é possibilidade para amanhã.

Inovar é o que tem para hoje.


Vamos dar um zoom no Zoom, por exemplo. Olhar mais de perto essa ferramenta que, há alguns meses, era apenas um mecanismo corporativo online para reuniões. E que, hoje, assumiu a responsabilidade de ser uma das maiores plataformas de educação a distância do mundo. Uma guinada repentina, uma transformação radical, e o mais importante: que está acontecendo bem diante dos nossos olhos.


Mas o caminho que vai dos escritórios da Faria Lima às casas humildes dos bairros periféricos é longo e tortuoso. Uma coisa é estar apto para promover a conversa entre meia dúzia de executivos. Outra é manter adolescentes cheios de energia, de dúvidas e de impaciência parados na frente da tela, focados em aprender sobre nêutrons, elétrons, catetos e hipotenusas.


O Zoom tem falhado, como era de se esperar. Seu sistema não foi originalmente pensado para uma experiência de usuário tão diferente. Mas, também como era de se esperar, o Zoom tem se reinventado. Baseando-se justamente na experiência do usuário, vem modificando sua mecânica, criando novos features, vivenciando um futuro que não conseguiu prever.


Aqui, vale colocar um dos principais clientes da Dim na conversa. O Instituto Mauá de Tecnologia é um gigante do setor da educação, que também não é capaz de prever o futuro, mas que sabe que tudo passa pela inovação e seu real significado: colocar as pessoas no centro.


Um grande exemplo disso foi o Hands On, evento que, em anos normais, abre as portas do Campus para a visita e a experimentação dos pré-vestibulandos, e que, em 2020, se transformou numa plataforma de conteúdo 100% online, com workshops, palestras, tour virtual e troca de experiências.


Outro é a campanha para o Vestibular 2021, com uma estratégia focada no modo de pensar do consumidor e no momento de vida em que ele se encontra. Em vez de encontrá-los nas mídias tradicionais, construímos uma plataforma em que o vestibulando conhece 60 razões para ser Mauá, escolhe as que mais conversam com o seu modo de pensar e estabelece uma identificação imediata.


Junto com a Dim e através da metodologia Make It Deep, a Mauá mergulhou e decifrou o comportamento do seu consumidor em um momento único como o da pandemia. E foi assim que redesenhamos processos, redefinimos experiências e criamos relações mais humanas.


E a lição que fica é a mais importante para quem quer fazer diferença em um mundo que muda cada vez mais rápido:


a inovação funciona ainda melhor como antídoto do que como remédio.



Inspiração para este artigo:

https://www.fastcompany.com/90542917/zoom-is-failing-teachers-heres-how-they-would-redesign-it


Conheça nosso trabalho para o Instituto Mauá de Tecnologia

https://www.dim.com.br/case-maua

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