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São influencers. Mas pode chamar de máquina de engajamento.


Admirar alguém, se reconhecer no outro, se referenciar por um comportamento, são conexões humanas. Mas não necessariamente, estabelecidas entre humanos. 

De uns tempos para cá, e cada vez mais rápido, tem surgido um novo tipo de ídolo. Seres capazes de gerar conteúdo relevante, que são seguidas e curtidas por milhões, sem nem mesmo precisar existir de verdade para isso. 

São os Robôs Influenciadores Digitais. 

Quer um ótimo exemplo? Entre aí no seu Instagram e procure pela Miquela (@lilmiquela). Se você ainda não é um dos seus mais de 3 milhões de seguidores, vai ver que ela já fez campanhas para Dior e Channel, já gravou músicas, já estrelou videoclipes. Vai descobrir que ela ama o Brasil e é amiga da Maísa e da Pablo Vittar. Vai perceber que ela tem personalidade forte e está engajada em lutas como o #blacklivesmetter e o #vote. Vai reconhecer nela o poder de influenciar que a transformou em um negócio que fatura alto, com aporte de investimento de U$ 125 milhões de um fundo de investimento britânico. As marcas já enxergaram esse potencial e já estão usando a inovação para impactar seus públicos. 

A Lu do Magalu (@magazineluiza no Instagram), é a melhor amiga que um potencial comprador de eletrodomésticos pode ter. Simpática e muito esperta, ela faz comparativos de produtos, apresenta tutoriais, dá dicas de moda, decoração, bem-estar e ainda traz ofertas e distribui descontos. 

 A Nat da Natura (@naturabroficial no Twitter), é uma mulher que inspira todas as mulheres. Bem resolvida e empoderada, ela convida seu público para debates profundos sobre universo feminino e preservação ambiental, além de dar dicas de beleza e interagir com personalidades do mundo real, é claro. 

E o “recém-nascido” CB das Casas Bahia, é a ressignificação do Baianinho, mascote criado nos anos 60, remodelado para ser o porta-voz da empresa e explorar assuntos contemporâneos como sustentabilidade, tecnologia e economia circular.

Para finalizar, voltemos ao inicio desse texto. Mais importante que saber se a conversa é entre seres da mesma espécie, é entender o poder de transformação que essa conexão gera. E, para nós aqui na Dim, transformar negócios para ajudar a transformar o mundo, é tudo o que importa. 


Se é isso que importa para você também, vamos conversar.